O método trabalhado para o desempenho de nossa missão é o mais perfeito. Este foi inspirado pelo Espírito Santo a São Luis Maria Grignion de Montfort. Pois mais do qualquer um outro, a Consagração ou a Escravidão de Amor, imprime na alma os caracteres, as semelhanças de Cristo, que se quis se fazer pequeno e obediente a sua Santa Mãe. Esta entrega, esta dependência, este comportamento de Cristo, em palavras e em obras, é um dos aspectos que mais nos chama atenção em sua personalidade. Este exemplo deixado por Ele nos faz interiorizar e querer viver e anunciar o evangelho, apartir da Escravidão de Amor. A missão de fazer Maria Santíssima mais conhecida, mais querida e mais amada, foi conferida por graça de Deus. Para a realização desta recorremos a formação, pois só se ama o que se conhece. “Aplica-te à leitura, à exortação, ao ensino”. A fraternidade nasce para formar. Formar pessoas que encontre na Virgem Maria, o modelo do verdadeiro discípulo de Cristo. O aprofundamento na espiritualidade da escravidão de amor é essencial e o que mantém nossa vocação de sermos consagrados a Jesus por Maria. Esta missão da Fraternidade Discípulos da Mãe de Deus é uma prestação de serviço à igreja, de levar a todos que forem escolhidos e chamados por meio de Maria Santíssima, através da escravidão de amor, ao encontro com o Senhor, despertando no fiel o desejo de viver o chamado a santidade.
Em resposta a este chamado, utilizamos para este serviço:
Cursos preparatórios para a consagração em nossa Casa Mãe;
O livro Totus Tuus, manual de consagração a Santíssima Virgem. Método de São Luis Maria Grignion de Montfort;
Materiais didáticos, impressos, áudio e vídeo;
Grupos de Oração e Adoração ao Santíssimo Sacramento;
Cursos em caráter de missão temporária, auxiliar ou permanente a outras comunidades que sejam discernidas pelo conselho geral;
Formação especifica retiros e avivamentos na espiritualidade Monfortina, em nossa casa de Retiro, comunidades ou paróquias.
OBJETIVO
Preparar o reino de Maria, Virgem Santíssima, para receber Jesus na sua volta gloriosa. Ao passo que os consagrados testemunharem com suas vidas a espiritualidade de fazer tudo com Maria, em Maria, por Maria e para Maria, a Igreja poderá colher os frutos deste carisma.
Investidura do Escapulário de
Nossa Senhora do Carmo
Na ocasião da Santa Missa é oferecido o Santo Escapulário. O sacerdote faz a investidura nos fiéis que ainda não o recebeu. Este sacramental é um dos fortes sinais da proteção maternal para aqueles que se consagram a Ela, pois este, além da promessa de salvação para quem morrer com ele, leva também consigo o chamado “privilégio sabatino”.
O que é?
O escapulário do Carmo é um sinal externo de devoção mariana, que consiste na consagração à Santíssima Virgem Maria pela inscrição na Ordem Carmelita, na esperança de sua proteção maternal. O distintivo externo desta inscrição ou consagração é o pequeno escapulário marrom.
O escapulário do Carmo é um sacramental, quer dizer, segundo o Concílio Vaticano II, “um sinal sagrado segundo o modelo dos sacramentos, por meio do qual se significam efeitos, principalmente espirituais, obtidos pela intercessão da Igreja”. (S.C.60).
Ao vestir o escapulário, e durante toda a vida, é muito importante que saibamos apreciar o profundo e rico significado, como pertença a uma Ordem, à do Carmo, com obrigação de viver segundo sua rica espiritualidade e seu próprio carisma. Quem veste o escapulário deve procurar ter sempre presente a Santíssima Virgem e tratar de copiar suas virtudes, sua vida e atuar como Ela, Maria, atuou, segundo suas palavras: Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo tua palavra.
O privilégio sabatino consiste em que a Santíssima Virgem tirará do purgatório o quanto antes, especialmente no sábado depois de sua morte, a quem tenha morrido com o Escapulário e durante sua vida tenha guardado castidade segundo seu estado e rezado todos os dias o ofício (que pode ser substituído pela Liturgia das Horas ou pela abstinência de carne nas quartas-feiras e sábados, ou um sacerdote com faculdade para isso, o pode comutar por outra obra piedosa, v.gr. a oração diária do Terço). Se uma pessoa peca contra a castidade ou deixa um dia de fazer a obra prescrita, poderá recuperar o privilégio ao confessar-se e cumprir a penitência (de maneira semelhante a como se recuperam os méritos perdidos pelo pecado mortal, o que parece quase excessiva generosidade de Deus, mas é doutrina católica).
A certeza deste privilégio mais que histórica, como dizíamos do Escapulário, está fundada na potestade da Igreja que assim o põe e recomenda. Seria temerário e ofensivo para a Igreja, cuja Cabeça é Cristo e sua alma vivificante o Espírito Santo, crer que comete um erro secular e universal em algo que pertence à doutrina e vida cristã.
Em 1950 recordava Pio XII: “Certamente, a piedosa Mãe não deixará de fazer que os filhos expiem no Purgatório suas culpas, alcancem o antes possível a pátria celestial por sua interseção, segundo o chamado privilégio sabatino, que a tradição nos transmitiu” com estas palavras:
“Eu, sua Mãe de Graça, descerei no sábado depois de sua morte e a quantos- religiosos terciários e confrades encontrarei no Purgatório os libertarei e os levarei ao monte santo de vida eterna”.
Proteção maternal
Por seu profundo simbolismo mariano, pelos grandes privilégios e pelo grande amor e privilegiada assistência, manifestada através dos séculos a Santíssima Virgem do Carmo a quem vestem devotamente seu escapulário, é o que tão prodigiosamente estendeu-se a todas as pares esta devoção de vestir o escapulário.
Sobretudo por seu rico simbolismo: ser filho de Maria, ver nele todas as virtudes de Maria, ser símbolo de nossa consagração filial à Mãe Amável. Por Morrer na graça de Deus, que o vista piedosamente.
Porque sairá do Purgatório o quanto antes quem morrer devotamente com ele.
Por chegar sua proteção a todos os momentos da vida, da morte e mais além”. Na vida protejo; na morte ajudo, depois da morte salvo, com suas credenciais.
Pelos inúmeros prodígios que tem realizado.
Pelas relações com suas aparições mais recentes em Lourdes e Fátima.
Pelas muitas indulgências que desfrutam os que vestem este escapulário.
Indulgências
Eis aqui as indulgências plenárias e parciais para os que vestirem o escapulário.
A).- Indulgências plenárias.-
1. O dia que se impõe o escapulário e o que é inscrito na terceira Ordem ou Confraria.
2. Nestas festas:
a) Virgem do Carmo (16 de Julho ou quando se celebre);
b) São Simão Stock (16 de maio);
c) Santo Elias Profeta (20 de Julho);
d) Santa Teresa de Jesus (15 de Outubro),
e) Santa Teresa do Menino Jesus (1 de outubro);
f) São João da Cruz (14 de Dezembro);
g) Todos os Santos Carmelitas (14 de Novembro).
B).- Indulgências Plenária no dia do Carmo.- O dia do Carmo, 16 de Julho, ou na data em que exatamente se celebre, tem concebida uma indulgência plenária.
C).- Indulgência parcial.- ganha-se a indulgência parcial por usar piedosamente o santo escapulário. Pode-se ganhar não só por beijá-lo, mas também por qualquer outro ato de efeito e devoção. E não só ao escapulário, mas também à medalha-escapulário.
Fonte: http://www.acidigital.com/Maria/vcarmen/index.html |